A Verdadeira Vida em Deus

     Boletim Informativo         

27 de junho de 2015   www.tlig.org/pg.html  

27 de junho de 2015

 

PAPA FALA SOBRE A UNIFICAÇÃO DA DATA DA PÁSCOA

No dia 12 de junho o Papa Francisco falou em um retiro de sacerdotes em São João de Latrão

 

 

Mensagem de Vassula

Vassula nos comunicou que recebeu uma Mensagem de Jesus, para ser lida na peregrinação em Roma:

Queridos Amigos,

Como vocês sabem, eu disse que recebi uma mensagem no dia 2 de junho para ser lida em público somente na Peregrinação em Roma. Estou maravilhada e super animada porque o que estou ouvindo como notícia do Papa coincide já com o que Jesus me deu naquela mensagem! O Papa fala a respeito de uma Páscoa unida e isto é enfatizado nesta nova mensagem na qual Jesus diz que Ele tem um presente para nós!

Acredito que nossas orações constantes, sacrifícios e ofertas tocaram agora o Sagrado Coração e está desejoso de inspirar o Papa a tomar a iniciativa de unir a Festa da Páscoa.

Não vamos também nos esquecer de que estamos no mês do Sagrado Coração, e meu casamento com Per foi também no dia 13 de junho, no mês do Sagrado Coração. Vamos continuar com nossas orações e rosários e todos os nossos sacrifícios, dedicando-os em prol da unidade! Que Deus abençoe a todos vocês e espero vê-los em Roma! Vamos ver o que mais Jesus tem escondido na manga como surpresa!

Em Cristo,

Vassula

 

14.10.1991

...
Em verdade vos digo: Um dia, reunirei numa única assembléia todas as partes separadas do Meu Corpo.

Meu amigo, tu que Me amas, não chores; suporta aquilo mesmo que Eu suporto; consola-Me e tem fé em Mim. Levarás a bom termo grandes obras em Meu Nome. Sê tolerante, como Eu o sou.


Irmão, terei de suportar, uma época mais,
a dor que tenho suportado ano a ano?
Ou Me dareis repouso, desta vez?
Terei de beber ainda uma época mais
o Cálice da vossa divisão?
Ou deixareis descansar o Meu Corpo,
unindo, por Meu amor,
a Festa da Páscoa? *

Irmão, unindo a data da Páscoa, aliviarás a Minha Dor e rejubilarás em Mim e Eu em ti, e recobrarei a vista a uma multidão.

 

* o meu Jesus, ao dizer isto, tinha a voz de uma vítima; cansado e implorante, como se dependesse de nós, como um prisioneiro que, da porta da sua cela, pergunte ao guardião quanto durará a sua prisão

 

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