Vassula fez
uma parada de um dia em São Francisco. Acompanhada pela sua
companheira de viagem Cecília Lutz, ela chegou de Los Angeles
aproximadamente às 13 horas do dia 21 de maio, sexta-feira, e partiu
de manhã cedo, às 6h15, para pegar um vôo às 8 horas para Caracas,
Venezuela. Realmente uma parada fulminante, mais cheia de emoções e
expectativa.
Houve duas
reuniões: uma com clérigos e religiosos, das 15 às 17 horas, e uma
reunião pública, das 19 às 21. Ambos os eventos foram no Hotel
Cathedral Hill, onde ela se hospedou.
Reunião com o
Clero
Apesar de
mais de 20 convites terem sido enviados a líderes locais da Igreja,
tais como católicos, ortodoxos, episcopais, batistas, luteranos e de
outras denominações protestantes, os 13 participantes desta reunião
eram todos católicos romanos. Com exceção de três ou quatro, eles
estavam apenas ligeiramente a par de AVVD. Na intimidade de um
pequeno salão de reuniões, com todos sentados ao redor de uma grande
mesa redonda, Vassula descreveu o início de seu carisma e discutiu
diversos assuntos de AVVD. Após falar por uma hora e meia, convidou
o grupo a fazer perguntas e respondeu cada uma com graça, clareza e
paciência. A reunião durou duas horas. Se seu roteiro não fosse tão
apertado, certamente teria continuado por muito mais tempo.
Reunião
Pública
A reunião
começou pontualmente às 19 horas com dois cantos de AVVD
interpretados pela soprano Armênia Vergine Chakarian. Antes de cada
canção, foi feita a leitura da respectiva mensagem de AVVD pelo seu
intérprete armênio Tigranuhi Markosyan. Irmã Josephine, da
Associação Americana, fez em seguida uma inspirada apresentação de
Vassula, dizendo às pessoas que elas estavam entre “as pessoas mais
afortunadas do mundo por estar ali naquela noite”.
O grande
salão de festas do Hotel Cathedral Hill fora aumentado para acomodar
mil pessoas naquela noite. Parecia quase cheio. O consenso foi que
900 pessoas vieram. Muitos eram novos para AVVD. Alguns começaram a
chegar duas horas antes para pegar as cadeiras da frente. Alguns
deixaram o trabalho do outro lado da baía duas horas mais cedo, para
poder chegar a tempo. Aqueles que não puderam chegar a tempo, por
causa do trabalho, continuaram chegando bem depois do início da
reunião. Todos os clérigos e religiosos que encontraram Vassula na
reunião anterior também participaram da reunião da noite.
Destacando-se em vestimentas religiosas, havia outros religiosos e
clérigos católicos.
Vassula
começou rezando o “Pai Nosso” em aramaico junto com o público,
depois falou por cerca de uma hora e meia. Ela concluiu com uma
bênção ao público. Levantando seu crucifixo especial, ela fez uma
prece de cura e de libertação dada por Jesus.
Uma tradução
simultânea para o mandarim e o cantonês foi providenciada via
transmissão FM por Wendy Ho e Stella Chan, respectivamente. Steve
Chan filmou a reunião.
O que Vassula
disse?
Como Vassula
viu que mais da metade do público não conhecia as mensagens, ela
gastou algum tempo falando sobre o início das mensagens. Explicou as
duas formas em que Deus se comunica com ela: por locução interior,
na qual ela O ouve, e pela infusão de intelecto, na qual ela
compreende o que Ele lhe está dizendo sem a emissão de fala. Ela
descreveu quão terno e paternal é o Pai e como ela, aos poucos, foi
aceitando-O como família e sua “Fonte”. Durante os primeiros três
anos, Ele, pessoalmente, ensinou-lhe a fé de uma maneira especial.
“A palavra de Deus vinha como um raio de luz”. Ela comparou isso a um rio
que leva a muitos riachos, levando a muitas palavras de sabedoria.
Uma vez transmitida, “está selada” e ela jamais a esquece.
Deus lhe
disse para transmitir as mensagens, mas para não insistir. “Deixe
que os que tenham ouvidos ouçam... A Verdadeira Vida em Deus caminha
por si própria porque é obra de Deus”.
Por que o Sagrado
Coração?
Jesus veio a
ela, uma ortodoxa, como o Sagrado Coração, que é católico. Muito
depois ela entendeu o porquê. Primeiramente, para mostrar que Ele
não diferencia uma pessoa da outra. Em segundo lugar, “a linguagem
do Sagrado Coração é doce e íntima, e essa doçura de Deus está em
falta nos nossos tempos e na Igreja Ortodoxa.”
Ao pedir que
Vassula reavivasse, unisse e embelezasse Sua casa, Jesus quis que
Vassula permanecesse “um nada.” Ele não quer rivais dentro de nós.
Vassula nos disse que o maior rival é nossa própria vontade
competindo com a vontade de Deus. Para conhecer a vontade de Deus,
temos que morrer para nós mesmos – nas palavras de Jesus,
“aniquilar” a nós mesmos. Isso criará espaço (kenosis) nas nossas
almas para que o Espírito Santo sopre em nós. Mas, antes, temos que
nos arrepender. O verdadeiro arrependimento é arrepender-se da
maneira como Deus quer que nos arrependamos. Quanto mais sincero
for, mais indignos nos sentimos e mais espaço (kenosis) fica
disponível para que o Espírito Santo “nos invada” e nos
“transfigure”.
Os três níveis de
transfiguração
“De um
deserto, Meu Espírito Santo pode transfigurar sua alma em um jardim,
onde Eu posso repousar. Meu Espírito Santo pode transfigurar sua
alma em um palácio, onde Eu posso ser Rei e reinar sobre você. Meu
Espírito Santo pode transfigurar sua alma num céu, no qual você
poderá Me glorificar.”
Por meio
dessas palavras – Vassula compreendeu mais tarde –, Jesus estava se
referindo aos três níveis de transfiguração das almas. O primeiro é
o “desprendimento”, ao abandonar-nos a Deus; o segundo é o
“desapego” das paixões, não ter paixões; e o terceiro é a virtude da
“impassibilidade”, morrendo para todas as paixões e todos os
pensamentos carnais. Possuir essa virtude, conhecida como a “virtude
angélica”, é ser como anjos nesta terra. “É pura luz”. Nessa
transfiguração, o Espírito Santo “nos dará tanta luz que brilharemos
por dentro e por fora e todos os nossos atos se tornarão divinos.
Todas as nossas palavras estarão de acordo com a mente de Deus. Tudo
o que pensarmos será de acordo com o pensamento de Jesus”. E “é por
isso que vocês podem reinar Comigo (Nós – a Santíssima Trindade)
mesmo ainda estando na terra”.
Outros tópicos sobre os quais
Vassula falou:
·
A necessidade de amar a Deus e fazer tudo com amor; a
prática do “nós” e o desejo de Deus como incessante oração; e olhando a Deus como
nosso Santo Companheiro.
·
Nosso Tempo – o Fim dos
Tempos, que é caracterizado pela apostasia e rebelião, é também um
tempo de misericórdia e de grande derramamento do Espírito
Santo.
·
O Segundo Pentecostes já começou. Veio vagarosamente,
de uma forma “natural”, em contraste com as línguas de fogo caindo
sobre nossas cabeças. Pode ser detectado pela maneira como agora as
pessoas estão tendo sede de Deus; e como, apenas pela graça do
Espírito Santo, uma alma “morta” pode ser ressuscitada e inflamada
para se converter num apóstolo de Deus, como a mulher samaritana.
Vassula comparou a conversão das almas, que é o maior prodígio de
todos, às águas da maré cheia, que primeiro banham os tornozelos,
depois sobem até os joelhos e depois até a cintura, até cobrir TODA
a criação – cristãos e
não cristãos – por igual.
·
A imagem da cisterna rachada. Quando nascemos, fomos
cumulados da doçura de Deus, como uma cisterna cheia de água. Mas a
cisterna logo desenvolve rachaduras e perde sua água. Devemos
repará-la por meio de atos de reparação. (Odes of the Holy Trinity, p.
10)
·
Por que rezamos e rezamos e não há resposta às nossas
orações. Vassula deu “uma pequena mensagem do Senhor (8 de julho de
1989) que nos ajudaria”:
Vem, tu
que erras ainda nesse deserto, dizendo: "Procurei o Meu Redentor,
mas não O encontrei". Encontra-Me, Meu bem-amado, na Pureza de
coração, amando-Me, sem qualquer interesse pessoal. Encontra-Me na
Santidade, no abandono que desejo de ti. Encontra-Me, cumprindo os
Meus Mandamentos. Encontra-Me, substituindo o mal com o Amor.
Encontra-Me, na simplicidade de coração. Não peques mais, renuncia
ao mal; aprende a fazer o Bem, procura a Justiça, ajuda o oprimido.
Que esse deserto e essa aridez exultem, que a tua tibieza se inflame
numa Chama Ardente, renuncia à tua apatia ou indiferença e
substitui-a pelo fervor. Faz todas estas coisas, a fim de que possas
dizer: "Procurei o Meu Redentor e encontrei-O. Estava ao pé de mim a
todo o momento; mas, vivendo na escuridão, não consegui vê-Lo. Oh!
Glória a Deus! Bendito seja Nosso Senhor. Como poderei ter sido
assim tão cego?" E Eu te lembrarei, depois, que conserves e faças
verdadeiro Tesouro dos Meus Princípios, a fim de que possas viver.
A mudança de
coração deve ser acompanhada de atos de devoção. “Para aqueles que
rezam e rezam, vão à missa, às vezes duas vezes por dia, rezam o
rosário completo e fazem jejum freqüentemente, tudo será em vão se o
coração não mudar. Deus quer um coração simples, contrito, sem
malícia e cheio de bondade.”
Vassula concluiu
com uma exortação, pedindo àqueles que desejam ler as mensagens que
prometam a Jesus que vão VIVÊ-LAS, da mesma forma que lemos as
Escrituras e as vivemos. “As Mensagens são uma repetição dos
Evangelhos”, ela disse.
Vassula na TV
Aproveitando o
livre acesso à televisão comunitária de São Francisco (Canal 29
a Cabo), colocamos Vassula na TV. Preparamos um especial de meia
hora tirado da primeira parte do Vídeo 1 da Trinitas,
acrescentando uma legenda com informações sobre a iminente reunião
com Vassula. O especial foi transmitido (apenas para San
Francisco) 12 vezes nos dois meses anteriores à reunião, em
horários variados, tanto em dias de semana como nos fins de semana.
Em cada exibição, a legenda divulgava, na tela, o encontro com
Vassula, a cada 10 minutos.
Para divulgar os
horários do Especial na TV, enviamos e-mails a amigos, falamos com
clientes de livrarias, colocamos os horários nas vitrines das lojas
e incluímos essa informação quando enviávamos volantes ou ingressos
a pessoas da cidade.
Os resultados foram
muito positivos. Um telespectador telefonou após ter visto apenas 20
minutos do programa. Outro ligou após ter visto apenas os últimos 5
ou 10 minutos. Outro escreveu: “Eu a vi na TV e achei sua mensagem
no mínimo muito interessante... por favor, envie-me as informações
necessárias para conseguir lugar nesse belo evento.”
Publicidade
voluntária
Estamos muito
agradecidos a diversos trabalhadores “anônimos” pela sua
espontaneidade e iniciativa de dar apoio e trabalhar para a reunião.
Sem o nosso conhecimento, um leitor de AVVD ativo na formação de
grupos de oração em Eugene, Oregon, tinha colocado um anúncio no seu
jornal local. Irmã Verônica Brutovsky, de Fresno (4 horas de
distância), enviou e-mails e fax para dezenas de irmãs religiosas na
região da Baía de São Francisco.Um membro do seu grupo de oração até
gastou do seu próprio dinheiro para colocar um anúncio no jornal
Fresno Bee sobre as reuniões em Los Angeles e São Francisco. Em São
Francisco, descobrimos que outros tinham xerocado nossos avisos e os
tinham colocado no quadro de avisos das suas próprias igrejas. No
Canal 29 de São Francisco, vimos um anúncio da reunião num programa
de TV assírio! Aconteceu que o produtor do programa, um católico
assírio, estava na nossa lista como antigo cliente fazia alguns
anos.
De onde veio o
público?
Vieram de quase
todos os bairros de São Francisco, graças às igrejas que aceitaram
nossos volantes. Muitos vieram também das cidades de South Bay e
East Bay, alguns pedindo a seus filhos maiores e genros para
levá-los à cidade à noite. Como a reunião foi no centro de São
Francisco, numa sexta-feira à noite, muitos dos que têm que se
deslocar para o trabalho ficaram mais tempo na cidade naquela noite
para assistir. Como resultado, havia muitos jovens adultos no
público.
De fora da região
da baía, 20 pessoas vieram num ônibus do Vale Central, a 3 horas de
distância, juntando todo o dinheiro que tinham para pagar o
combustível. Diversas famílias pegaram um vôo de Oregon. Um leitor
assíduo de AVVD de Atlanta veio de avião. Um homem em viagem para o
Brasil conheceu AVVD através da Irmã Josephine no avião e, durante
uma parada em San Jose, foi até São Francisco para ouvir Vassula. Na
reunião havia um casal da Índia, que tinha participado de reuniões
com Vassula no seu país, e um francês, que veio a trabalho por um
mês e que tinha ouvido falar de Vassula mas não a tinha visto
ainda.O francês entrou na livraria segurando o aviso que tinha pego
numa igreja que nos tinha permitido deixar nossos volantes e os
tinha afixado no seu quadro... Muitos dos novos vieram através dessa
Igreja.
Qual foi a reação?
Com a inscrição
prévia, sabíamos que a maioria do público ou era nova para AVVD ou
apenas tinha ouvido falar da Vassula mas não tinha feito nada a
respeito devido à recente oposição da Igreja, ou estava lendo AVVD
(através da evangelização na livraria) mas estariam vendo a Vassula
pessoalmente pela primeira vez. A emoção da expectativa era
palpável.
Na reunião, as
pessoas estavam inspiradas, profundamente tocadas, super felizes,
entusiasmadas, excitadas, animadas, eufóricas! Depois que Vassula
começou a falar, um homem foi visto chamando seu amigo pelo celular
para que viesse imediatamente escutá-la. Recebemos profusos e
repetidos agradecimentos de todos, antes e depois. Foi incrível.
Nossas orações pela a reunião foram atendidas muito além das nossas
mais otimistas expectativas.
Comentários
selecionados
·
“Muito obrigado por ter falado da Vassula.”
·
Da parte dos que vinham lendo AVVD esses anos: “Muito
obrigado por tê-la trazido a São Francisco. Nunca pensei que seria
tão abençoado a ponto de chegar a vê-la um dia!”
·
“Quando é que ela volta? Aqui está meu cartão de
visita, inclua-me em sua lista de correspondências.”
·
“Tinha largado a Igreja por um longo tempo e voltei a
ela há três anos, depois de atravessar uma crise. Comecei a ler as
Escrituras de uma maneira diferente. O que a Vassula disse naquela
noite é exatamente o que entendo que as Escrituras dizem agora.”
·
De um católico devoto, contemplativo e teologicamente
culto, que sempre duvidou das mensagens, mesmo depois de ler (no
Vol. 12) todos os documentos relativos à reavaliação do Cardeal
Ratzinger: “Tenho muito a aprender”.
·
“Falou-me como uma IRMÃ!”
·
De um homem que entrou na livraria no dia seguinte e
comprou algumas fitas de áudio, já que não lia livros muito bem:
“Quando escutava palestras de outros, não sabia do que estavam
falando. Vassula é diferente. Sua fala foi tão simples. Entendi o
que ela estava falando! Entendi o que ela disse e o que Deus espera
de mim, e o maravilhoso é que é uma coisa que eu posso fazer!”.
·
De alguém que duvidou por sete anos e tinha lido os
dois primeiros volumes: “Francamente, tinha minhas dúvidas antes da
reunião, mas, quando ela começou a falar, eu soube que era mensagem
de Deus.”
·
De alguém que tinha parado de ir à Igreja: “Eu não
sabia, até Vassula dizer, que Deus gosta tanto de nós. Sempre pensei
que Ele fosse duro e proibidor.”
·
De alguém que continuava apática após anos de
evangelização e que, mesmo depois de ir à reunião, não estava
totalmente convencida de que AVVD fosse para ela: “Foi MUITO BOM!
Gostei muito. Ela é uma EXELENTE PALESTRANTE!” e “Agora sei como
rezar o Pai Nosso, quando rezo à noite: DEVAGARZINHO e colocando
todo meu coração em CADA PALAVRA que digo”.
Seja
qual for a graça que cada alma recebeu na reunião, Deus a talhou de
modo perfeito. Em nome de todos os participantes dos grupos de
oração da Baía de São Francisco e de todos que vieram, queremos
expressar nossos mais calorosos e efusivos agradecimentos a Vassula
por trazer Jesus aqui, por ensinar-nos tantas verdades e falar-nos
“como uma irmã”– como em família. OBRIGADO, Vassula! Somos muito gratos também a
Cecília Lutz, sua companheira de viagem que, silenciosa e
modestamente, nos ajudou e orientou em ambas as reuniões, a dos
clérigos e a pública.
Todos os
agradecimentos e toda glória a Deus!
Steve e Stella
Chan
San Francisco, Califórnia –
EUA