NEW YORK, ENCONTRO COM CONCHITA, VIDENTE DE GARABANDAL
New York, 18.7.1991 - Festa de Santa Maria do Carmo
(Encontro com Conchita, vidente de Garabandal)
- Meu Senhor, obrigada, por tudo quanto me destes. Nunca louvarei suficientemente o Vosso Santo Nome!
- O Amor está perto de ti. O Amor repousa em ti. O Amor realizará as coisas, uma a uma, no seu tempo devido. Não temas: o teu Salvador é como uma vigia que te guarda, sem descanso. O Altíssimo não te abandona.
Escuta-Me: há tanto tempo que Eu preparei tudo; tinha já projetado tudo isto, muito antes que tu nascesses; e, agora, realizo-o. Vês? Envio-te aos Meus filhos, a fim de que tu mesma lhes dês as tuas notícias e para que os encorajes. Tem fé em Mim, confia em Mim.
Conheço as tuas provações e a tua miséria; mas depressa - agora, muito depressa, Eu virei arruinar o rebelde e reinar nos vossos corações, geração. O Reino de Deus estará, depressa, no meio de vós.
Abençôo os Meus queridos filhos de Garabandal. Sabei que Eu Sou está ao vosso lado.
A nossa Santa Mãe pediu-me que lesse a todos 2 Cor 1, 10-11.
Relembra uma Festividade da Igreja Cheia de Memórias da Sua Juventude.
CASTEL
GANDOLFO, 16 de julho de 2003 (ZENIT.org).-
Nesta quarta-feira, 16 de julho, dia no qual a Igreja celebra a festividade
de Nossa Senhora do Carmo, João Paulo II apresentou Maria como motivo de
consolo e esperança para o crente.
Após saudar os peregrinos da Família Carmelita que estavam presentes entre
os dois mil peregrinos no pátio da residência pontifícia de Castel
Gandolfo, o Santo Padre quis recordar o significado deste dia, que para ele
estava cheio de lembranças.
«A memória litúrgica da bem-aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo me
oferece a oportunidade de indicar-vos Maria Santíssima como modelo ao qual
referir-se constantemente para encontrar em seu exemplo inspiração e uma
direção segura», afirmou ao final do encontro.
«Vos exorto a invocá-la sempre: será motivo para vós de consolo e
esperança», concluiu.
Falando em polonês, o Papa recordou, pouco antes, «eu também, desde minha
juventude, levo no pescoço o escapulário da Virgem e me refugio com
confiança sob o manto da Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe de Jesus. Espero
que o escapulário seja para todos, particularmente para os fiéis que o
levam, ajuda e defesa nos perigos, selo da paz e sinal do auxílio de Maria».
Antes de entrar no seminário, sendo estudante universitário em Cracóvia,
Karol Wojtyla pensou seriamente em entrar no Carmelo, após ler as obras de
São João da Cruz.
Seus escritos místicos lhe apaixonaram até o ponto de que neles baseou sua
tese de doutorado em teologia, defendida ante a Universidade Pontifícia de
São Tomás («Angelicum») em Roma.
O escapulário foi um dom que recebeu o geral da Ordem Carmelita, Simão
Stock, em 1251, em uma aparição da Virgem, na qual lhe assegurou uma
especial assistência na vida e na morte para todos os que o levarem com
devoção.
Comentando as palavras do Papa nos microfones da «Rádio Vaticano», o teólogo
e especialista em mariologia, Stefano De Fiores, explicava esta
quarta-feira: «Ao pensar hoje na virgem do Carmo, pensamos antes de tudo na
contemplação tão necessária para o mundo de hoje, que está tão
absorvido pela atividade e submetido ao estresse e à ansiedade».
«Ao mesmo tempo, em Maria vemos também “a beleza”. Esta via da beleza
hoje é particularmente adaptada para atrair o coração dos homens. Segundo
Fiódor M. Dostoievski (1821-1881), a beleza salvará ao mundo. Mas não uma
beleza qualquer, mas uma beleza redimida, como diz Pavel Evdokimov»
(1901-1970).
Com sua beleza, conclui, Maria nos indica «o que deveríamos ser e
infelizmente não somos», conclui o teólogo e religioso da Companhia de
Maria (monfortiano).
(tradução parcial por
Fernando de La Riva - AVVD do Rio de Janeiro - RJ - Brasil)
(revisado
por Larissa de Freitas Faria – AVVD de Belo Horizonte – MG – Brasil)