Garabandal
é mencionado muitas vezes nas mensagens de AVVD. A palavra é usada cerca de
60 vezes nas palavras de Jesus ou de Nossa Senhora e mais ainda nas respostas
da própria Vassula.
O
Arcebispo Stanislaus Dziwisz, mencionado abaixo, estava presente quando da
apresentação de um volume das mensagens de AVVD por Niels Christian Hvidt ao
Papa, em 1998. Veja o site:
http://www.tlig.org/pg/pgpope.html
Conseqüentemente, o item seguinte fornecido por Hans Enderle será de interesse para todos os que trabalham para AVVD.
Após
a publicação do seu livro: “Garabandal – Der Zeigefinger Gottes” (‘Garabandal
– O Dedo Indicador de Deus’), em 1993, o comerciante alemão Albrecht
Weber, enviou uma cópia ao Vaticano junto com outros documentos. O livro
chegou às mãos do Santo Padre, que pediu ao seu secretário, Monsenhor
(agora Arcebispo) Stanislaus Dziwisz, que escrevesse para o autor. Numa
Segunda edição do livro em 2000 (na página 19) há um trecho desta carta.
A
seguinte tradução deste trecho foi feita pela Associação Nossa Senhora do
Monte Carmelo de Garabandal, de Londres, Inglaterra, e apareceu num suplemento
especial do jornal dessa Associação,
datado de Junho de 2000;
“Que Deus os recompense por tudo,
especialmente pelo profundo amor com o qual vocês estão fazendo com que os
fatos ligados a Garabandal sejam mais amplamente conhecidos. Possam as
mensagens da Mãe de Deus encontrar uma via de entrada nos corações antes
que seja tarde demais.
Como
expressão de alegria e gratidão, o Santo Padre lhes dá a sua Bênção
Apostólica.
(Assinado) Monsenhor Stanislaus Dziwisz.”
Acompanhando a esta carta havia uma
saudação do próprio punho feita pelo Papa. Referindo-se a ela o autor (Sr.
Weber) declarou: “É evidente o profundo interesse que ele tem pelos
acontecimentos de Garabandal e como ele deseja que eles possam ser tornados
conhecidos de uma maneira confiável.”
Barry Hanratty, o editor do jornal,
continua: “Eu posso pessoalmente atestar a veracidade destes dois
documentos, porque em 1994, quando visitei Albrecht Weber na sua casa no Lago
Constance, no sul da Alemanha, me mostraram a carta assinada pelo Monsenhor
Dziwisz, que foi datilografada em alemão em papel timbrado da chancelaria do
Papa, bem como a pequena mensagem do Papa.”
(traduzido por Ovídio Vieira - AVVD de Recife - PE - Brasil)